quinta-feira, 24 de maio de 2012


E. E. M. FRANCISCO PORCIANO FERREIRA

II GINCANA DE PORTUGUES

O profissional que sabe se comunicar sempre se diferencia. Quem domina a norma culta da língua, e é apto a escrever e falar corretamente, está sempre à frente, diferencia-se da maioria que incorre em erros banais e basilares.
Segundo Paulo Nathanel Pereira de Souza, presidente do Conselho da Administração do CIEE “Saber escrever bem é transmitir ideias consistentes com a agilidade que os meios de hoje impõem. Saber escrever bem é ser um artista das palavras. E todos nós, empresas e profissionais, precisaram redescobrir urgentemente a eficiência dessa arte”.
A língua portuguesa tem uma grande importância no nosso dia-a-dia. Mais apesar de usarmos ela o tempo todo o índice de analfabetismo ainda é muito grande. Na hora de procurarmos um trabalho, o primeiro aspecto que eles observem. Uma pronuncia certa da linguagem, e muitas pessoas perdem a oportunidade de emprego por debilidade na fala e principalmente na escrita. Nós achamos que a língua portuguesa, além de ter uma grande importância na busca de emprego, ela também tem grande valia na hora de prestar um concurso, por isso devemos nos aprimorar o tempo todo.

             A maioria dos brasileiros, e digo maioria, sem exagero, não tem capacidade de expressar-se. Faltam competências fundamentais como; concatenar as ideias, aplicar a coesão e coerência em um texto, dissertar com introdução, argumentação e conclusão, bem como o domínio da ortografia. A falta de capacidade de escrever, falar e ler corretamente decorre, muitas vezes, da falta do hábito de ler, pois quem lê com frequência, escreve melhor, tem melhor raciocínio, melhor interpretação e organização de ideias. Para verificarmos este problema, é suficiente, entregarmos uma proposta de redação a um aluno que recentemente concluiu o ensino médio. Isto se torna mais trágico, quando o fazemos com os intitulados, universitários. Em uma reunião na empresa ou em uma apresentação, destacam-se os que sabem defender seus argumentos de forma clara, convencer o auditório de forma válida, expor e fundamentar suas ideias de modo conciso e claro. Para tanto, é necessário o domínio das expressões. Ao enviar um e-mail, elaborar um memorando, dirigir uma carta a um cliente, colaboradores ou superiores hierárquicos, o profissional revela a sua personalidade, demonstra a sua formação e grau de inteligência. Inferimos deste modo, que a linguagem, assim como o sorriso é o nosso cartão de visita.
Não é possível entendermos por apto e qualificado, um profissional que não é capaz de escrever um texto corretamente. Também não é possível aceitarmos a ideia de que tal profissional, gere uma boa imagem a empresa, se este não sabe falar de forma correta. Para exemplificarmos, basta lembrarmos a sensação ruim e imagem negativa que formamos da empresa, quando somos atendidos por um profissional que diz coisas como: “Vamos estar verificando”, ou “Tá retornando”, isso desprezando os erros mais inaceitáveis, absurdos e grotescos. O investimento em profissionais qualificados e aptos a falar a própria língua é indispensável a uma empresa que deseja ter uma imagem positiva perante seus clientes.
Com base  no que foi acima citado a E. E. M. FRANCISCO PORCIANO FERREIRA.  Realizou a II Gincana de língua portuguesa, no dia 22 de Maio de 2012 com seus alunos. Destacando o novo acordo ortográfico, que na maioria das situações existente ainda não compreenderam corretamente.

Jorge Luis Ferreira de Oliveira
Diretor geral 

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